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Aproveitamento celeste contra argentinos na "era Adilson" é baixo

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Nesta quarta-feira, quando o Cruzeiro enfrentará o Vélez Sarsfield, no Mineirão, em busca da liderança da chave 7 da Copa Libertadores, a equipe comandada por Adilson Batista lutará para reverter um retrospecto negativo sob o comando do treinador nesses três anos em que disputa a competição internacional.

Na “era Adilson Batista” no Cruzeiro, a equipe mineira enfrentou equipes argentinas em nove oportunidades na Copa Libertadores e tem aproveitamento de apenas 29,62%. O time celeste venceu apenas dois confrontos em que foi mandante, empatou outros dois e perdeu cinco vezes.

Adversário do Cruzeiro nesta quarta-feira, o Vélez é responsável por uma das derrotas da equipe mineira diante dos argentinos desde 2008. Logo na estreia da fase de grupos da atual edição, o time de Adilson Batista perdeu para o rival desta quarta-feira, em Buenos Aires, por 2 a 0. Naquela partida, o meia Gilberto e o zagueiros Gil foram expulsos ainda na primeira etapa.

Justamente pelas expulsões, o atacante Kléber ressalta que aquela partida fugiu da normalidade. “O Vélez é uma equipe de qualidade, mas a derrota de 2 a 0 não é parâmetro. Tivemos dois jogadores expulsos no primeiro tempo. Na Argentina, com dois jogadores, é quase impossível vencer. É a mesma coisa que enfrentar o Cruzeiro no Mineirão com dois a menos. A gente perdeu, mas sabe da nossa qualidade e sabe que tem condição de fazer um bom jogo aqui e vencer”, afirmou.

As outras quatro derrotas foram para Boca Juniors e Estudiantes. Na edição de 2008, o time de Adilson Batista foi eliminado pelo Boca Juniors nas oitavas de final, com duas derrotas por 2 a 1, tanto em Buenos Aires quanto em Belo Horizonte.

Já os dois tropeços para o Estudiantes aconteceram na última temporada. O primeiro foi na primeira fase, em Buenos Aires, por 4 a 0, e o segundo na decisão, no Mineirão, por 2 a 0. No outro confronto da fase de grupos, o Cruzeiro venceu no Mineirão por 3 a 0, enquanto na primeira partida da final as equipes empataram sem gols.

Com a lembrança ruim da perda do título para o Estudiantes, o goleiro Fábio não acredita em influência negativa daquele resultado para o jogo desta quarta-feira. “É um jogo importante, difícil pela qualidade dos adversários. As equipes argentinas têm jogadores de bastante qualidade, mas a situação é diferente da final do ano passado. A gente precisa colocar um ponto final nisso”, ressaltou.

Também com Adilson Batista como treinador, o Cruzeiro enfrentou por duas vezes o San Lorenzo, na edição de 2008, pela fase de grupos. A equipe celeste contabilizou uma vitória por 3 a 1, em Ipatinga, e um empate sem gols na Argentina.

Para Kléber, a dificuldade diante de argentinos está na rivalidade entre as equipes e na qualidade dos jogadores. “Na Libertadores, todos jogos são difíceis, mas contra argentino é como um clássico, mesma coisa que jogar Cruzeiro e Atlético. Tem rivalidade entre Brasil e Argentina e isso é levado para dentro de campo”, observou.

“É diferente, os argentinos têm mais qualidade que os outros sul-americanos. Argentina e Brasil estão acima dos outros em relação à técnica. Argentinos marcam muito, geralmente têm mais garra que os brasileiros, então temos de igualar nisso. Tecnicamente, nosso time é melhor, vamos fazer um bom jogo e temos tudo para vencer”, acrescentou o atacante.

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